quinta-feira, 22 de julho de 2010

Eu, eu mesmo e minha bipolaridade!!



"Eu estou tão feliz, Porque hoje eu encontrei meus amigos
Eles estão na minha mente, Eu sou tão feio, mas tudo bem, você também é
Quebramos nossos espelhos, Manhã de domingo é como todos os dias
E eu não estou com medo, Acendo minhas velas, com deslumbre
Pois encontrei Deus.
Eu estou tão só, mas tudo bem, Eu raspei minha cabeça e não estou triste
E apenas talvez, eu deva ser culpado, Por tudo que ouvi, Mas eu não tenho certeza
Eu estou tão excitado, Eu não posso esperar para te encontrar lá , mas eu não me preocupo
Eu estou tão entusiasmado, Mas está tudo bem, minha vida é boa.
Eu gosto - eu não vou pirar
Eu sinto sua falta - eu não vou pirar
Eu te amo - eu não vou pirar
Eu te matei - eu não vou pirar"
Nirvana - Lithium

Agora to me sentindo bem mas daqui a pouco posso estar prestes a cortar os meus pulsos! - -"

Calma! É claro que não vou chegar a esse extremo... Ainda! Afinal ainda tenho de terminar esse texto, mas as bipolaridade é uma merda, ontem mesmo eu estava hiper bem até começar a tocar uma música do legião urbana, vento no litoral.
segui o link pra vcs ficarem deprê tbm! ; )

Legião Urbana - Vento no litoral

Se vocês não se suicidaram após o video vamos continuar...
Eu estava escutando limp bizkit e tava hiper feliz ate começar essa musica do legião urbana e fiquei mal pra caramba, isso não é nada em vista de vezes que eu estava indo pra algum lugar hiper empolgado com algum acontecimento ou evento e no meio do caminho bate uma tristeza imcompreensivel! Não sei porque e não pretendo procurar um tratamento, estranhamente as vezes acho legal me sentir assim! O.O Existe um composto a base de Litio que estabiliza o humor, por isso que o nirvana tem uma musica chamada Lithium, Kurt Cobain era bipolar, e o fim dele tdos sabemos, mas o meu ainda não!!! Vamos ver o que o futuro me aguarda!

PS: esse texto ficou uma bosta, mas é só um desabafo!!!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Saudade, maldita palavra tupiniquim...


"Saudade, saudade hoje eu posso dizer o que é dor de verdade..."
Marcelo D2 - Dor de verdade
"E é só VOCÊ que tem a cura do meu vicio de insistir nessa saudade que eu sinto, de tudo que eu ainda não vi..."
Legião Urbana - Indíos
"Sinto saudades do conforto de estar triste..."
Nirvana - Frances Farmer will have her revenge on seattle

Por: Guilherme Ribeiro

Porquê eu fui morar no Brasil hein? Nos outros países não existe uma palavra para expressar o que sentimos quando estamos com falta de alguém...
Exatamente, não existe uma palavra equivalente a nossa saudade em nenhum outro idioma essa é uma criação do nosso português... Nos outros países as pessoas não sentem saudades? Se não eu estou de mudança, mas devem sentir, só não devem conseguir se expressar quanto a esse sentimento, deve ser por isso que as pessoas são tão frias,
as vezes eu invejo essa frieza já que simplesmente não consigo imitá-la, sinto tanta saudades e saudade de tantas coisas, tenho saudades do meu passado, dos amigos que eu tinha lá, saudade de pessoas que foram imortantes na minha vida e hoje simplesmente sumiram(...)
acho que sou muito apegado as coisas, tão apegado que sofro por qualquer afastamento por menor que seja, acho que as pessoas não notam isso. Talvez seja melhor que não notem, como disse em textos anteriores odeio o fato de parecer fraco, ou simplesmente demonstrar fraqueza
queria ser mais maduro em entender que as pessoas não se tornam nossa propriedade só porque gostamos delas, mas sendo maduro talvez eu perca meu jeito de cultivar meus poucos e bons afetos... então deixe-me assim!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A velha tristeza...




Hoje a tristeza não é passageira, hoje fiquei com febre a tarde inteira, e quando chegar a noite, cada estrela parecerá uma lágrima...

Eu nem sei porque me sinto assim, vem derrepente um anjo triste perto de mim...

(Legião urbana - A via láctea)

Por: Guilherme Ribeiro

A algum tempo não me sentia tão mal, estou cercado de pessoas mas me sinto sozinho, e quando estou acompanhado me sinto pior ainda, me sinto patético,porquê? Porque odeio a idéia de que as pessoas possam sentir pena de mim... por isso tenho desprezado pessoas, estou me sentindo muito estranho, minha cabeça tá a mil por hora, isso não me parece bom, as vezes acho que sou de um outro planeta, já que me interesso por coisas que as outras pessoas acham idiotas, e tenho uma forma de cultivar amores e amizades que as pessoas contestam e não valorizam... NÃO VOU ME SUICIDAR mas nesses dias tudo que eu queria era morrer! Ai eu ia pro céu e pronto, sempre que eu estou mal eu consigo escrever bem e nem isso eu estou fazendo... Sinal que estou com o espírito sobrecarregado... pois se fosse só a cabeça sairia alguma coisa boa de lá porquê quando você está com a mente mal tem o espírito pra te fortalecer, mas quando o espírito está mal é sinal que a mente já se cansou a muito tempo. sei lá o que eu estou sentindo, sei lá porque estou mal, só sei que estou mal mas "isso passa, só me deixe aqui quieto, isso passa..." mas enquanto não passa me deixa aqui com minha cabeça louca...

terça-feira, 30 de março de 2010

DEUS... É só mais um atrativo!

"A extravagância vem de todos os lados, e faz chover profetas apaixonados, morrendo em pé rompendo a fé dos cansados que ouvem suas canções"


"Estar de bem com a vida é muito mais que renascer, DEUS já me deu sua palavra e é por ela que ainda guio o meu viver"

João Alexandre - É proibido pensar

Por: Guilherme Ribeiro

Graças a DEUS por ter me feito um ser pensante, e pelas pessoas que ele coloca e minha vida para me ensinarem como ser ou como não ser...
Até pouquíssimo tempo atrás eu mesmo me via como um rebelde em potencial, por quê?

Há porque eu sempre pensei diferente das pessoas que me cercam nos templos, elas estão “crentes” que estão certas...

Não posso perder o trocadilho, mas enfim voltemos ao que importa, pessoas se dizem crentes vivendo uma vida igual ou pior que pessoas mundanas, seja pelas roupas que usam, pelos atos que tomam, pela grana que tomam, ao menos sejam inteligentes, já que estão caminhando a passos largos e conscientes para o inferno, saiam das igrejas e escravizem na total “liberdade” que o mundo tem para lhes oferecer.

Sigam a JESUS que disse para passarmos pela porta e caminho estreitos, não somente a porta, ele não disse que durante a caminhada o caminho poderia se tornar mais confortável como é ensinado hoje em dia, mas pelo contrario, ele falou sobre perseguições, sobre descriminação, sobre sacrifícios, então não se enganem com esse evangelho podre que é pregado hoje! Tente imaginar comigo a caminhada com DEUS como um corredor no inicio do corredor temos trevas completas, tamanha densidade das trevas mal podemos ver o caminho, e no fim do corredor temos o nosso alvo, um lugar totalmente irradiado de luz, e na medida que caminhamos vamos sentindo um pouco mais a luz, mas o caminho ainda é muito escuro e não podemos ver onde pisamos por isso caminhamos lentamente, mas vamos caminhando, a medida que caminhamos podemos ver a nós mesmos por causa da luz e vamos vendo o quanto somos sujos, e nos lavamos para estarmos aptos a continuar a caminhada, assim é nossa vida com DEUS, a medida que nos aproximamos dele vemos como somos sujos, e vamos nos limpando, mas se nos afastamos dele nos sentimos mais limpos, mas isso é puro engano, e uma hora ou outra percebemos que estávamos enganados, pena que as vezes isso acontece muito tarde, na igreja de hoje isso não é ensinado pois a igreja se acovardou perante o mundo, a oferta feita por satanás a JESUS parece ter sido tentadora aos nossos “líderes” e eles preferiram se prostrar perante o diabo para obter os reinos do mundo, mas caíram em um grande engano, pois o diabo não tem posse de nada disso, como nos garante a palavra de DEUS, que fala para pedirmos que ELE (DEUS) nos dará as nações como herança, como ele me daria algo que não é dele?

Procure ler a palavra de DEUS, mais que isso, procure ler sobre tudo que você quer entender, ler muito, para não ter só um conhecimento superficial e facilmente destruído por outras pessoas, a palavra de DEUS nos alerta, O povo perece por falta de conhecimento, Pregadores enganam milhares de pessoas em púlpitos, e por medo de ser chamado de rebelde você aceita calado tudo que é dito,” não vale mais a pena pensar”, “questionar não é certo”, DEUS nos fez seres pensantes, não marionetes como querem que você acredite, Veja esse vídeo se quiser ter seus conceitos mudados, senão continue sendo enganado.

http://www.youtube.com/watch?v=N5lw809gB94&NR=1&feature=fvwp



domingo, 28 de março de 2010

"Porque não união?"




Perder um espaço conquistado a base de luta, pra meia dúzia de vândalos vai ser foda!!

Por: Família de Rua / Coletivo Andorinhas


Por que não a união, o respeito, a igualdade, a harmonia, a paz?
Há cerca de três anos, o Duelo de MCs ocupa o Viaduto Santa Tereza (no centro de Belo Horizonte) com as diferentes manifestações artísticas da cultura Hip Hop porque realmente acredita na beleza, na diversidade e nos princípios enraizados em cada uma delas.
O projeto nasceu espontaneamente e da mesma forma tornou-se uma legítima manifestação cultural da cidade. Para além dos seus propósitos artísticos, o Duelo defende a ocupação e a utilização responsável, bem como a manutenção e revitalização do espaço onde está inserido.
No Duelo de MCs, na cultura Hip Hop, não cabem a violência, o desrespeito, a desunião, o descaso, a desigualdade, o preconceito e uma série de outras situações que têm manchado o encontro nas últimas semanas. Sem falar na falta de segurança pública, banheiros químicos etc., responsabilidades que o poder público (por motivos, no mínimo, mal explicados) não assume.
Em virtude dos últimos acontecimentos, a Família de Rua e o coletivo (multimídia) Andorinhas iniciam uma campanha em favor da união, do respeito, da paz e da responsabilidade no Duelo de MCs e outros espaços públicos de Belo Horizonte.
Portanto, se você comunga dessas ideias, abrace a causa. Intere-se! Envolva-se! Conscientize-se! Multiplique as informações! Colabore! Assuma sua responsabilidade!

Mais informações
AQUI

quinta-feira, 25 de março de 2010

P.O.D. em BH 100% de aproveitamento


"Eu me sinto tão vivo pela primeira vez, eu não posso negar a você, eu me sinto tão vivo, eu me sinto tão vivo, pela primeira vez, e eu acho que posso voar"...
P.O.D. - Alive

"Adeus por enquanto, adeus por enquanto, por muito tempo, adeus por enquanto, eu não sou do tipo de dizer, eu disse a você, adeus por enquanto, por muito tempo, eu acho que a parte mais difícil de segurar algo é deixando isto ir embora, quando nós cantaremos uma nova canção? Uma nova canção"...
P.O.D. - Goodbye for now

Por: Guilherme Ribeiro

Isso mesmo 100% de aproveitamento, o P.O.D. veio a BH duas vezes e nas duas vezes eu fui! morra de inveja pobre criança...
Bom a cada apresentação fui surpreendido pelo modo que o Sonny (Vocalista) conduz o show, o cara tem uma presença de palco fodástica, uma energia contagiante, ele realmente gosta do que ele faz, e fazz muito bem por sinal...

O Show

Bom cheguei no Music Hall 17:30 já que o show estava marcado para as 17:00, duas bandas iriam tocar antes, mas eu estava interessado em assistir o P.O.D, quando era 18:30 horas ainda estava do lado de fora, ai encontrei minha amiginha do coração, Nayara e sua prima Ísis, elas estavam lá conversando com o Anderson BMX (como elas mesmas o chamam) hahá, aí fiquei com elas até a hora do show, bom o que eu não disse ainda é que elas tem TODOS os atalhos do groupismo, aí resolvemos esperar os caras do P.O.D. chegarem no show, elas fizeram os contatos com os seguranças, eu fiz algumas piadinhas pertinentes ou não né... Nesse momento quero fazer uma homenagem pra mina q ficou chorando do lado de fora pois não tinha idade para entrar huahuahau, que ruim pra vc mina, porque o show fou muito bom, pena que você perdeu, se pá vai no show da Xuxa, lá eu acho q você entre sem maiores problemas... Rolou muitas outras coisas, Nay tava querendo fazer o nº1 toda hora, mas a cena de nº1 mais marcante foi a da Ísis que ficou fazendo uma dança no minimo excêntrica para disfarçar a vontade hahahá... Enfim depois de muitas Piadas, Chuva e números 1 da Nay e etc... os caras chegaram, chegaram em cima da hora pra tocar e tenho que confessar que vi uma coisa tensa a Nay ñ conseguiu a príncipio falar com os caras e mandou o Sonny tomar lá onde você pensou... Aí o empresário deles veio falar com ela e prometeu deixa-lá entrar no camarim depois, ai fomos pro show. Quando estavamos procurando um lugar bem na frente para podermos ser empurrados e pisados o segurança veio procurar a Nay e a Ísis para ir ver os caras, bom eu que sou menino eles não deixaram entrar, mas tá de boa se tiver outro show eu vou travestido! huahuahua O triste foi ver a Nay chorar porque eu não poderia entrar no camarim. Mas foi né... hahahá, Brincadeira. Depois elas voltaram com um presentinho pra mim, uma faixa que eu estou guardando aki, ela estava na mão do Sonny e a Ísis pediu com muita educação como ela mesmo me explicou depois, com um grito assim, "MY FRIEND, MY FRIEND!!" seguido de um puxão... Muito obrigado Ísis!:)
Finalmente o show começou, eles começaram tocando Boom! em seguida meu boné foi jogado para o Sonny, por um desgraçado que tava perto de mim, e eu cantei o refrão de "Youth Of The Nation", o show tava bom até que a Nay deu um soco na boca de uma menina... Só pq a mina era feia! Na verdade foi porque a menina queria passar na frente dela, e me parece que rolou um puxão de cabelo, eu tentei acalmar a mina mas ela queria confusão e quando ela chamou o namorado para resolver a parada tive que intervir com minhas artes marciais, mentira, na verdade só segurei o cara, mas bem que eu fiquei morrendo de vontade de dar uns tapas nele, moleque folgado, querendo bater em mulher, eles foram colocados para fora do show... huahuahua, enfim depois disso eles cantaram Alive, e sairam do palco, todos pensaram que acabou quando a banda voltou e o Sonny vestia o "manto azul-estrelado" eles cantaram mais três músicas!

Resumindo: Foi muito bom o show, quem não foi se ferrou!

sábado, 20 de março de 2010

A farça do aquecimento gobal...




"A programação existe pra manter você na frente... na frente da TV que é pra te entreter, que é pra você não ver que o programado é você..."

Gabriel O pensador - Até quando


Carta aberta de 60 cientistas a convidar o primeiro-ministro do Canadá a reflectir sobre a teoria aquecimento global

Debate acerca do Protocolo de Quioto
Carta aberta de 60 cientistas a convidar o primeiro-ministro do Canadá a reflectir sobre a teoria aquecimento global
pelos signatários [*]

Estimado Primeiro-ministro,

Como especialistas reconhecidos em Climatologia e disciplinas científicas relacionadas, vimos propor a realização de debates públicos, abertos, para analisar o fundamento científico dos planos do Governo federal sobre alterações climáticas. Isto seria inteiramente consistente com os seu recente compromisso de conduzir uma revisão do Protocolo de Quioto. Embora muitos de nós tenham feito a mesma sugestão aos então primeiros-ministros, Martin e Chretien, nenhum deles respondeu e, até à data, nenhuma revisão formal e independente foi efectuada no Canadá. .Grande parte dos milhares de milhões de dólares destinados à implementação do protocolo no Canadá serão desperdiçados sem uma avaliação adequada dos desenvolvimentos recentes da ciência do clima.

A prova das observações não suporta os resultados dos actuais modelos climáticos informatizados, pelo que existem poucas razões para confiar nas predições do futuro realizadas com esses modelos. Contudo, isto foi precisamente o que fez as Nações Unidas ao criar e promover Quioto, e ainda continua a fazê-lo com previsões alarmistas sobre as quais são baseadas as políticas climáticas do Canadá. Mesmo que os modelos climáticos fossem realistas, o impacto ambiental do Canadá ao protelar a implementação do Protocolo, ou de quaisquer outros esquemas de redução de gases com efeito de estufa, pendente do término de consultas, seria insignificante. Levar o seu governo a promover audiências mais equilibradas e abertas, tão logo quanto possível, seria uma rota de acção mais prudente e responsável.

Enquanto as afirmações confiantes de grupos ambientalistas cientificamente não qualificados podem proporcionar manchetes sensacionais, elas não servem de base para a formulação de uma política ponderada. O estudo das alterações climáticas é, como V. Exa. disse, uma "ciência emergente", uma vez que é talvez a mais complexa alguma vez abordada. Poderão ser necessários ainda muitos anos de estudo até que possamos compreender correctamente o sistema climático da Terra. Não obstante, avanços significativos têm sido alcançados desde que o Protocolo foi assinado, muitos dos quais nos conduziram a afastar preocupações acerca das consequências do crescimento das emissões dos gases com efeito de estufa. Se, regredindo a meados dos anos 1990, soubéssemos o que sabemos hoje acerca do clima, o Protocolo de Quioto quase certamente não existiria porque teríamos de concluir que era desnecessário.

Compreendemos as dificuldades que qualquer governo tem para formular uma política científica inteligente quando as vozes mais ruidosas parecem sempre empurrar no sentido oposto. Entretanto, num debate aberto, com consultas imparciais, aos canadianos seria permitido ouvir os especialistas de ambos os lados do debate da comunidade científica do clima. Quando o público começar a compreender que não há nenhum "consenso" entre cientistas climáticos acerca da importância relativa das várias causas de alterações climáticas globais, o governo estará numa posição muito melhor para tomar medidas que reflictam a realidade e assim beneficiem tanto o ambiente como a economia.

"As alterações climáticas são reais" é uma frase sem sentido utilizada repetidamente por activistas para convencer o público que está iminente uma catástrofe climática e de que o homem é o responsável. Nenhum destes temores se justifica. Alterações climáticas verificam-se a todo momento devido a causas naturais e o impacto provocado pelo homem ainda permanece impossível de distinguir dentro deste "ruído" natural. O compromisso do novo governo canadiano para reduzir a poluição do ar, da terra e da água é recomendável, mas a afectação de recursos financeiros para "lutar contra as alterações climáticas" seria irracional. É necessário continuar a investigação intensiva das causas reais das alterações climáticas e ajudar os nossos concidadãos mais vulneráveis a adaptarem-se a quaisquer condições que a Natureza nos apresente no futuro.

Nós acreditamos que o público e os decisores governamentais canadianos precisam e merecem ouvir todo o conjunto de opiniões referentes a esta questão muito complexa. Há apenas 30 anos muitos dos alarmistas do aquecimento global estavam a dizer-nos que o mundo estaria em meio de uma catástrofe de arrefecimento global. Mas a ciência continuou a evoluir e, ainda o faz, embora muitos prefiram ignorá-la quando ela não se ajusta a agendas políticas predeterminadas.

Esperamos que V. Exa. examine a nossa proposta cuidadosamente e ficamos inteiramente à disposição para fornecer mais informação sobre este tópico crucialmente importante.

C/C ao ministro do Ambiente, Rona Ambrose, e ao ministro dos Recursos Naturais, Gary Lunn.

Sinceramente,

- Dr. Ian D. Clark, Prof., Isotope Hydrogeology and Paleoclimatology, Dept. of Earth Science, University of Ottawa
- Dr. Tad Murty, former Senior Research Scientist, Dpt. Of Fisheries and Oceans, forme Director of Australia's National Tidal Facility and Prof. of Earth Sciernces, Flinders University, Adelaide, currently adjunct Prof., Dept. of Civil Engineering and Earth , University of Ottwa
- Dr. R. Timothy Patterson, professor, Dept. of Earth Sciences (paleoclimatology), Carleton University, Ottawa
- Dr. Fred Michel, director, Institute of Environmental Science and associate professor, Dept. of Earth Sciences, Carleton University, Ottawa
- Dr. Madhav Khandekar, former research scientist, Environment Canada. Member of editorial board of Climate Research and Natural Hazards
- Dr. Paul Copper, FRSC, professor emeritus, Dept. of Earth Sciences, Laurentian University, Sudbury, Ont.
- Dr. Ross McKitrick, associate professor, Dept. of Economics, University of Guelph, Ont.
- Dr. Tim Ball, former professor of climatology, University of Winnipeg; environmental consultant
-Dr. Andreas Prokoph, adjunct professor of earth sciences, University of Ottawa; consultant in statistics and geology
-Mr. David Nowell, M.Sc. (Meteorology), fellow of the Royal Meteorological Society, Canadian member and past chairman of the NATO Meteorological Group, Ottawa
- Dr. Christopher Essex, professor of applied mathematics and associate director of the Program in Theoretical Physics, University of Western Ontario, London, Ont.
- Dr. Gordon E. Swaters, professor of applied mathematics, Dept. of Mathematical Sciences, and member, Geophysical Fluid Dynamics Research Group, University of Alberta
- Dr. L. Graham Smith, associate professor, Dept. of Geography, University of Western Ontario, London, Ont.
- Dr. G. Cornelis van Kooten, professor and Canada Research Chair in environmental studies and climate change, Dept. of Economics, University of Victoria
- Dr. Petr Chylek, adjunct professor, Dept. of Physics and Atmospheric Science, Dalhousie University, Halifax
- Dr./Cdr. M. R. Morgan, FRMS, climate consultant, former meteorology advisor to the World Meteorological Organization. Previously research scientist in climatology at University of Exeter, U.K.
- Dr. Keith D. Hage, climate consultant and professor emeritus of Meteorology, University of Alberta
- Dr. David E. Wojick, P.Eng., energy consultant, Star Tannery, Va., and Sioux Lookout, Ont.
- Rob Scagel, M.Sc., forest microclimate specialist, principal consultant, Pacific Phytometric Consultants, Surrey, B.C.
- Dr. Douglas Leahey, meteorologist and air-quality consultant, Calgary
- Paavo Siitam, M.Sc., agronomist, chemist, Cobourg, Ont.
- Dr. Chris de Freitas, climate scientist, associate professor, The University of Auckland, N.Z.
- Dr. Richard S. Lindzen, Alfred P. Sloan professor of meteorology, Dept. of Earth, Atmospheric and Planetary Sciences, Massachusetts Institute of Technology
- Dr. Freeman J. Dyson, emeritus professor of physics, Institute for Advanced Studies, Princeton, N.J.
- Mr. George Taylor, Dept. of Meteorology, Oregon State University; Oregon State climatologist; past president, American Association of State Climatologists
- Dr. Ian Plimer, professor of geology, School of Earth and Environmental Sciences, University of Adelaide; emeritus professor of earth sciences, University of Melbourne, Australia
- Dr. R.M. Carter, professor, Marine Geophysical Laboratory, James Cook University, Townsville, Australia
- Mr. William Kininmonth, Australasian Climate Research, former Head National Climate Centre, Australian Bureau of Meteorology; former Australian delegate to World Meteorological Organization Commission for Climatology, Scientific and Technical Review
- Dr. Hendrik Tennekes, former director of research, Royal Netherlands Meteorological Institute
- Dr. Gerrit J. van der Lingen, geologist/paleoclimatologist, Climate Change Consultant, Geoscience Research and Investigations, New Zealand
- Dr. Patrick J. Michaels, professor of environmental sciences, University of Virginia
- Dr. Nils-Axel Morner, emeritus professor of paleogeophysics & geodynamics, Stockholm University, Stockholm, Sweden
- Dr. Gary D. Sharp, Center for Climate/Ocean Resources Study, Salinas, Calif.
- Dr. Roy W. Spencer, principal research scientist, Earth System Science Center, The University of Alabama, Huntsville
- Dr. Al Pekarek, associate professor of geology, Earth and Atmospheric Sciences Dept., St. Cloud State University, St. Cloud, Minn.
- Dr. Marcel Leroux , professor emeritus of climatology, University of Lyon, France; former director of Laboratory of Climatology, Risks and Environment, CNRS
- Dr. Paul Reiter, professor, Institut Pasteur, Unit of Insects and Infectious Diseases, Paris, France. Expert reviewer, IPCC Working group II, chapter 8 (human health)
- Dr. Zbigniew Jaworowski, physicist and chairman, Scientific Council of Central Laboratory for Radiological Protection, Warsaw, Poland
- Dr. Sonja Boehmer-Christiansen, reader, Dept. of Geography, University of Hull, U.K.; editor, Energy & Environment
- Dr. Hans H.J. Labohm, former advisor to the executive board, Clingendael Institute (The Netherlands Institute of International Relations) and an economist who has focused on climate change
- Dr. Lee C. Gerhard, senior scientist emeritus, University of Kansas, past director and state geologist, Kansas Geological Survey
- Dr. Asmunn Moene, past head of the Forecasting Centre, Meteorological Institute, Norway
- Dr. August H. Auer, past professor of atmospheric science, University of Wyoming; previously chief meteorologist, Meteorological Service (MetService) of New Zealand
- Dr. Vincent Gray, expert reviewer for the IPCC and author of The Greenhouse Delusion: A Critique of 'Climate Change 2001,' Wellington, N.Z.
- Dr. Howard Hayden, emeritus professor of physics, University of Connecticut
- Dr Benny Peiser, professor of social anthropology, Faculty of Science, Liverpool John Moores University, U.K.
- Dr. Jack Barrett, chemist and spectroscopist, formerly with Imperial College London, U.K.
- Dr. William J.R. Alexander, professor emeritus, Dept. of Civil and Biosystems Engineering, University of Pretoria, South Africa. Member, United Nations Scientific and Technical Committee on Natural Disasters, 1994-2000
- Dr. S. Fred Singer, professor emeritus of environmental sciences, University of Virginia; former director, U.S. Weather Satellite Servisse
- Dr. Harry N.A. Priem, emeritus professor of planetary geology and isotope geophysics, Utrecht University; former director of the Netherlands Institute for Isotope Geosciences; past president of the Royal Netherlands Geological & Mining Society
- Dr. Robert H. Essenhigh, E.G. Bailey professor of energy conversion, Dept. of Mechanical Engineering, The Ohio State University
- Dr. Sallie Baliunas, astrophysicist and climate researcher, Boston, Mass.
- Douglas Hoyt, senior scientist at Raytheon (retired) and co-author of the book The Role of the Sun in Climate Change; previously with NCAR, NOAA, and the World Radiation Center, Davos, Switzerland
- Dipl.-Ing. Peter Dietze, independent energy advisor and scientific climate and carbon modeller, official IPCC reviewer, Bavaria, Germany
- Dr. Boris Winterhalter, senior marine researcher (retired), Geological Survey of Finland, former professor in marine geology, University of Helsinki, Finland
- Dr. Wibjorn Karlen, emeritus professor, Dept. of Physical Geography and Quaternary Geology, Stockholm University, Sweden
- Dr. Hugh W. Ellsaesser, physicist/meteorologist, previously with the Lawrence Livermore National Laboratory, Calif.; atmospheric consultant.
- Dr. Art Robinson, founder, Oregon Institute of Science and Medicine, Cave Junction, Ore.
- Dr. Arthur Rorsch, emeritus professor of molecular genetics, Leiden University, The Netherlands; past board member, Netherlands organization for applied research (TNO) in environmental, food and public health
- Dr. Alister McFarquhar, Downing College, Cambridge, U.K.; international economist
- Dr. Richard S. Courtney, climate and atmospheric science consultant, IPCC expert reviewer, U.K.