quarta-feira, 13 de julho de 2011

Monólogos dialogados



Por: Guilherme Ribeiro

Diálogos infindados de assuntos infundados,
tentando resgatar meus talentos afundados
na melancolia da minh'alma,
que calma mente a si mesmo sem que eu creia.
Converso comigo mesmo calado,
mas sou tão duro comigo mesmo, CALADO!
as vezes perco a serenidade que me distingue
e juntamente perco a felicidade que me atinge, as vezes
Recebo uma declaração e a credito a você
mas me machuca pois já não acredito em você,
guardo as palavras onde a mente não consegue mexer
não na cabeça pois assim eu finjo esquecer,
a mente fala a verdade, mas o coração mente
mas as mentiras são doces e sempre mais convincentes
nelas me afogo, me deleito e me deparo,
com meu leito eterno, lá me deito e paro
a mente para, o coração não serve pra nada
se para o peito eu troco por um de outro cara
e continuo vivendo ou adiando minha morte
e odiando ser fraco e finjindo ser forte.
e só!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Notas pessoais


Por: Guilherme Ribeiro

Dó de ver meu tempo todo desperdiçado,
Ré só me faz ficar mal com o passado,
Mi pego as vezes pensando em mudar mas,
Fá cilmente desisto sem nem tentar
Sol só não esquenta mais minh'alma,
Lá talvez eu encontre minha calma,
Si eu conseguir ao menos descobrir onde.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Preciso de asas (2011)



Não é um poema, só escrevi o que sentia no momento.


Por: Guilherme Ribeiro

Preciso de asas,
para minha imaginação levar meu corpo para um nivel superior,
preciso subir tão alto a ponto de não poder respirar,
o ar não se esconde de mim, pois ambos somos impuros,
preciso limpar minhas asas sujas para voar,
preciso curar minhas asas quebradas imaginárias,
tenho de pedir para meu pai asas novas, mas ando tão ocupado.
Talvez amanhã eu peça, tenho certeza que ele me dará!
Mas vai me perguntar o que eu fiz com as velhas...
Ele sabe a resposta, será que ele só quer me deixar mal?
Amanhã resolvo isso.